
Em Gênesis 4:9 Deus pergunta a Caim após este ter matado seu irmão: "Onde está Abel seu irmão?". Respondeu Caim:"Não sei. Sou eu o guarda do meu irmão?" (ou tutor em outras versões). Costumamos dizer "sim, todos somos tutores do nosso próximo" mas agora concordo com Larry R. Evans(Adventist Review) . Deus perguntou por seu irmão, não tutor ou guarda. Este último termo foi introduzido por Caim. Deus é nosso tutor , nosso guarda. Sempre que esse termo se refere a um ser humano está relacionado com propriedade, domínio, totalmente diferente da relação de irmãos.
Deus quer de nós uma relação de irmão com nosso próximo, de amor.
E respondendo então à pergunta "onde está o seu irmão" o que deveríamos responder?
Nosso irmão está ao lado, do outro lado da rua, em Santa Catarina, em São Paulo, na faixa de Gaza. Todos somos irmãos.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Onde está o teu irmão?
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cgdstudio
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Hipocrisia
Lula ontem: "Nós, do Brasil, vamos trabalhar junto a outros países para achar um jeito daquele povo parar de se matar". Referindo-se ao conflito entre Israel e os palestinos ele foi longe demais. O Brasil tem uma das taxas de homicídios mais altas do mundo, cerca de 30 por 100 mil habitantes enquanto que em Israel e adjacências é de 9 por 100 mil habitantes. Dados da própria ONU.
O nosso presidente quer posar de herói depois de ter apoiado as Farcs, tão terroristas quanto o Hamas. Melhor seria ele cuidar dos problemas internos.
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cgdstudio
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sábado, 13 de dezembro de 2008
Estava no blog de Diego Casagrande
LULA DA SILVA E DERCY GONÇALVES por Maria Lucia Victor Barbosa |
Dercy Gonçalves era uma atriz popular que fazia da esculhambação fator de seu sucesso. Lula da Silva é o presidente da República que buscando o sucesso esculhamba para ser popular. O que os faz semelhantes? O uso de palavrões, pois não sei se Dercy era alcoólatra. O que os faz diferentes? Dercy, a debochada, não estava investida da autoridade do mais alto cargo da República. Lula da Silva está. Pode ser que tenha se tornado politicamente correto usar palavrões. Que seja interpretado como preconceito criticar o presidente por ele esbanjar palavras de baixo calão que passam pelos tradicionais “p...m”, “p...rra” e mais recentemente o “sifu”. Lembre-se ainda do “ponto G” que o presidente brasileiro agraciou o companheiro Bush ou outros gracejos e gracinhas, ditos no auge do entusiasmo que ocorre nos palanques de onde ele só desce para viajar ao exterior. Os “adornos” lingüísticos com os quais Lula da Silva entremeia suas falas por sinal muito aplaudidas, talvez possam ser explicados por conta de sua origem sindical e petista. Como ele nunca sabe de nada, certamente ainda não percebeu que deve ser comportar como presidente da República e não como líder de metalúrgicos. Nesse caso, falta alguém do cerimonial ou de sua intimidade palaciana que ouse lhe dizer que não fica bem um presidente tão sem educação, tão sem compostura, tão grosseiro. Enfim, que ele não é Dercy Gonçalves nem animador de auditório e que porta de fábrica é realidade diferente de Palácio do Planalto. Mas se algum corajoso advertir Lula da Silva sobre a impropriedade de seu comportamento, sobre a necessidade de controlar seus rompantes, provavelmente etílicos, sobre os limites entre o humor e boçalidade, poderá em troca receber um ou mais palavrões com “argumentações” mais ou menos assim: “sou um sucesso, sou a cara do povo e como o povo fala palavrão, o que me identifica com meu eleitorado, vou continuar e ninguém tem nada com isso”. Mas será que o povo brasileiro fala tanto palavrão? Depende do lugar, como um estádio de futebol, na hora em que o juiz rouba para o time adversário. Em algum momento da intimidade familiar ou de amigos. Diante de certos transtornos do cotidiano como exclamação de contrariedade. Mas não é comum nas conversas diárias soltar o “verbo diarréico”. Também dele não costumam fazer uso, profissionais em geral ao se dirigir aos seus clientes ou pacientes, autoridades em cerimônias públicas. Com exceção, é claro, do governador do Paraná, Roberto Requião, que prima pela linguagem desabrida e pelo estilo truculento Naturalmente, alguns membros do governo Lula da Silva são seguidores do chefe. É o caso de Marco Aurélio Garcia, celebrizado por gestos obscenos. E de madame Favre ou Suplicy com seu imortal “relaxa e goza”. Como a primeira-dama parece ter sido agraciada com o silêncio obsequioso, não se sabe se também segue o estilo Dercy Gonçalves, mas se pode imaginar o que é ouvido nas reuniões do PT, quando cadeiradas são desferidas democraticamente No mais, os ministros de Lula da Silva têm caído às pencas por corrupção, mas não costumam falar palavrões, pelo menos em público. Alguns até podem ter pensado em algum “sifu”, como José Dirceu ou Palocci, mas, se pensaram, engoliram em seco. Em todo caso, digamos que a imensa popularidade de Lula da Silva transforme seu linguajar chulo em moda. Você diria a uma pessoa: “bom dia”. E ela responderia: “vá à m...”. E assim por diante. Tudo muito natural. Tudo politicamente correto. E coitado daquele que se queixasse de quem o insultou. O preconceituoso seria preso por crime hediondo e inafiançável. Aliás, na era Lula da Silva o correto, o certo, o elegante é quebrar escolas e bater nos professores. Invadir propriedades produtivas e destruir o patrimônio alheio. Exacerbar a violência, inclusive nas torcidas de futebol. E chic mesmo hoje em dia é ser assaltado. Morrer à espera de atendimento do SUS, de dengue ou de bala perdida, de preferência gritando um palavrão no derradeiro momento, seguido do brado “viva Lula”, esse grande inaugurador de um Brasil feito de mentira, de propaganda enganosa, medíocre e vulgar. Consola saber que ainda existem, brasileiros dignos. A tragédia que se abateu sobre Santa Catarina mostrou comoventes exemplos de solidariedade e de coragem da população, dos bombeiros, dos militares, de todo o país que se mobilizou para ajudar as vítimas. E se a dor dos catarinenses que perderam parentes, casas, pertences, permanece insepulta, o Estado já se levanta, reorganiza o caos, retoma o trabalho e a produção. Enquanto isso Lula da Silva, cujo governo não agiu preventivamente em Santa Catarina para impedir a catástrofe, prossegue apenas discursando, gracejando, proferindo impropérios para o gáudio da platéia de bajuladores. Perto dele Dercy Gonçalves é santa. Comento " Os lábios entesouram o conhecimento; porem a boca do insensato é uma destruição iminente." Prov. 10:14. |
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cgdstudio
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Santa e Bela Catarina
Como já disse estava em Florianópolis quando aconteceu o dilúvio e foi por isso que meu "barco" afundou. Tive que voltar e agora tenho que juntar os cacos. Mas voltando à tragédia, é lógico que é muito triste ver a situação que aquele pessoal ficou, famílias destruídas, sonhos acabados. É justa toda essa comoção nacional. Mas numa coisa estive pensando ao voltar para Pariquera: tambem ví por aqui, sem que tenha acontecido qualquer dilúvio, famílias destruídas, sonhos acabados, mas não uma comoção nacional. O que quero dizer antes que me chamem de insensível é que toda aquela situação que vive o povo catarinense acontece todos os dias em diversos lugares do Brasil, principalmente nos mais pobres. Famílias que já perderam ou nunca chegaram a ter qualquer coisa na vida e nem por isso se vê qualquer movimento solidário, oficial ou não, no sentido de ajudar essas pessoas. A única diferença que existe é que as vítimas dessa tragédia catarinense se viram nessa situação derepente, de um dia para o outro. Existe o choque. Mas muitas famílias por esse país afora vivem situação semelhante, de calamidade pública, vítimas de uma tragédia silenciosa, sem alarde, morosa, que vai se arrastando por anos e anos, e parece que essas vítimas se sentem conformadas e a sociedade acostumada a vê-las nessa situação. É uma pena que esse movimento solidário seja só esporádico, onde as pessoas se assustam ao ver aquelas imagens na TV e se organizam para ajudar. Por que isso não passa a ser um hábito? Por que só se fala em solidariedade nesses momentos de tragédia ou então no Natal? Cada um de nós devemos nos perguntar: "Quando foi que pratiquei um ato de solidariedade pela última vez?". Tenho certeza que a grande maioria de nós não vai se lembrar.
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Impaciência
Durante este ano tentei outras alternativas de trabalho. Venda com as sacoleiras, venda direta para o comércio. Isso no caso dos acessórios femininos. Começamos a confeccionar caixas de presente e vender no comércio. Não foi adiante por que sem carro era impossível ir longe. Voltei a desenhar no Max(studio Max) e aprendi mais do programa a ponto de pegar alguns trabalhos. Pretendia dar sequência a isso em Florianópolis se tivesse ficado por lá. Não foi possível. Então ao voltar para Pariquera volto a vender acessórios femininos no comércio da região e vou "entrar de cabeça" no 3D, o que já deveria ter feito antes. Quanto às vendas, estive hoje em Limeira onde fiz uma boa compra prá ver se ainda aproveito o Natal. Como se pode ver tenho sido bastante eclético. Ou confuso, sem foco. Mas uma coisa é certa: tenho aprendido, ou estou aprendendo, a viver no limite. Contar com os recursos que tenho hoje, o suficiente para hoje, e esperar que amanhã Deus me ajude a conseguir o suficiente para amanhã. "Já basta ao dia de hoje o seu próprio mal" não foi assim que Jesus disse?
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Famíiiilia voltei.

Fui prá Florianópolis em 3 de novembro e ontem dia 2 de Dezembro já estava de volta. Parece loucura. Talvez até seja loucura. Nem sabia como contar prá todo mundo minha decisão. Mas após algumas noites em claro e algumas dezenas ou centenas de fios brancos a mais na cabeça achei que era a melhor saída.
Afianal de contas o dinheiro já tinha acabado e permanecer por lá iria me custar mais ainda e sem saber se nas próximas semanas conseguiria vender melhor ou não. Alem dessa dúvida haviam algumas contas que encareceriam mais minha estadia por lá, como talão de nota fiscal, procuração do meu pai para mim, alvará, cadeiras, sem contar o stresse e o cansaço que estavam me atormentando. Era um tal de contar os trocados para ver o que ia dar para comer durante o dia, sem falar que já não tomava café né? Depois ter que mandar dinheiro prá casa sem ter esse dinheiro. Dificuldade de tomar banho. Inventei uma engenhoca, fazendo uma conexão saindo da torneira da pia e puxando uma mangueira até um suporte na parede. Quebrava o galho, mas era banho frio. Tinha a dificuldade com a roupa tambem, porque não tinha dinheiro prá mandar lavar então lavava as meias e cuecas e outras mais necessárias. Nos Sábados não fui nenhuma vez à igreja porque alem de estar exausto não conseguia passar roupa e tambem esqueci de levar o cinto.
Sabia que seria difícil. Sabia que todo começo é difícil mesmo e estava preparado prá isso. Mas não foram essas dificultades do dia-a-dia que me fizeram desistir. Foi a questão financeira mesmo. Simplesmente o dinheiro não estava dando.
Entrego tudo nas mãos de Deus mais uma vez ou mais do que nunca. Que seja feita avontade dEle nessa volta para São Paulo. Famíííííliaaaaa volteeeei.
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cgdstudio
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