
Pois é, o homem tomou posse. Só falta agora ele fazer algum milagre de tanto que endeusaram o cara. Obama é o mais novo queridinho dos
'progressistas" do mundo inteiro. Aliás quando se falar em progressistas leia-se esquerda. Os americanos deveriam ter percebido que havia alguma coisa errada quando todo o mundo, inclusive seus inimigos, torciam por Obama. Pelo menos por enquanto ele recebe elogios do Lula, Chaves, russos, cubanos, porque será? Que qualidades será que eles veem em Obama? As instituições americanas são fortes o suficiente para impedir que ele faça nos Estados Unidos o que estão fazendo no Brasil e Venezuela, mas uma coisa é certa: ele vai comprometer a segurança dos americanos. Todos podem questionar os meios do Bush, mas pelo menos ele impunha respeito. Agora, Obama acaba com Guantanamo. E aí? Não existem mais terroristas? Aaahh! já sei. Eles virão para o Brasil. O Brasil é muito hospitaleiro com terroristas.
Outra coisa: tanto se falou sobre ele fazer o juramento da posse usando a mesma bíblia usada por Abrahan Lincoln. Quanta incoerência e hipocrisia. Logo no começo do seu reinado ele já pisa na própria, liberando dinheiro para o aborto. Isso é jurar em falso. Vamos aguardar e ver a próxima pérola do rei.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Olha ele hein!
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cgdstudio
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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Ainda Gaza


Todos estão vendo. A imprensa insiste: Israel atacou escola em Gaza. Daí a gente vê criancinhas sendo carregadas, os adultos chorando. Não sei a quanto tempo, quantos anos, sempre que se relata algum coflito naquele canto do planeta as imagens são estas. No Líbano foi assim tambem. Ninguem discute a veracidade das imagens, mas sim o que está por trás das imagens. A primeira imagem resultou na segunda imagem acima.
Como os israelenses são cruéis né?!! Adoram atacar escolas, hospitais. Ninguem percebe que esses terroristas sempre adotam essa tática: o povão foi se esconder alí, então é dalí que vamos atacar. Daí quando Israel responde ao ataque....
Os israelenses estão certos. Mas os americanos os apoiam? Então somos contra os israelenses. Essa é a lógica se espalhando pelo mundo.
Vejam o que o trapalhão de Caracas está querando fazer: expulsar o embaixador israelense do país. É o fim da picada. Está tudo invertido.
È triste, muito triste ver esse povo sofrendo. Jesus mesmo disse: no mundo tereis tristezas...
Jesus é a saída para esse mundo. Mas enquanto Ele não vem o mundo tem que ser administrado pelo ser humano. Que esses homens e mulheres então, que lideram esse mundo, que formam a opinião pública, tenham sabedoria. Vocês veem porque é importante elegermos líderes tementes a Deus?
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cgdstudio
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terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Tampando o sol com a peneira
A midia, especialmente a impressa, insiste na manchete: "Ofensiva de Israel já matou x pessoas", "Ataque violento de Israel", etc. Não sou Israelense, muito menos judeu, mas não entendo. Enquanto o Hamas disparavam os foguetes contra Israel, quebrando a trégua, diga-se de passagem, nunca se viu uma manchete indignada com o fato. Para quem quer entender a mecânica desse conflito reproduzo abaixo o artigo de João Pereira Coutinho na Folha de hoje. Acho que é esclarecedor.
Mudar as palavras
"Israel está novamente em guerra com os terroristas do Hamas, e não existe comediante na face da Terra que não tenha opinião a respeito. Engraçado. Faz lembrar a última vez que estive em Israel e ouvi, quase sem acreditar, um colega meu, acadêmico, que em pleno Ministério da Defesa, em Jerusalém, começou a "ensinar" os analistas do sítio sobre a melhor forma de acabarem com o conflito. Israel luta há 60 anos por reconhecimento e paz.
Mas ele, professor em Coimbra, acreditava que tinha a chave do problema. Recordo a cara dos israelenses quando ele começou o seu delírio. Uma mistura de incredulidade e compaixão.
Não vou gastar o meu latim a tentar convencer os leitores desta Folha sobre quem tem, ou não tem, razão na guerra em curso. Prefiro contar uma história.
Imaginem os leitores que, em 1967, o Brasil era atacado por três potências da América Latina. As potências desejavam destruir o país e aniquilar cada um dos brasileiros. O Brasil venceria essa guerra e, por motivos de segurança, ocupava, digamos, o Uruguai, um dos agressores derrotados.
Os anos passavam. A situação no ocupado Uruguai era intolerável: a presença brasileira no país recebia a condenação da esmagadora maioria do mundo e, além disso, a ocupação brasileira fizera despertar um grupo terrorista uruguaio que atacava indiscriminadamente civis brasileiros no Rio de Janeiro ou em São Paulo.
Perante esse cenário, o Brasil chegaria à conclusão de que só existiria verdadeira paz quando os uruguaios tivessem o seu Estado, o que implicava a retirada das tropas e dos colonos brasileiros da região. Dito e feito: em 2005, o Brasil se retira do Uruguai convencido de que essa concessão é o primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos: o Brasil e o Uruguai.
Acontece que os uruguaios não pensam da mesma forma e, chamados às urnas, eles resolvem eleger um grupo terrorista ainda mais radical do que o anterior. Um grupo terrorista que não tem como objetivo a existência de dois Estados, mas a existência de um único Estado pela eliminação total do Brasil e do seu povo.
É assim que, nos três anos seguintes à retirada, os terroristas uruguaios lançam mais de 6.000 foguetes contra o Sul do Brasil, atingindo as povoações fronteiriças e matando indiscriminadamente civis brasileiros. A morte dos brasileiros não provoca nenhuma comoção internacional.
Subitamente, surge um período de trégua, mediado por um país da América Latina interessado em promover a paz e regressar ao paradigma dos "dois Estados". O Brasil respeita a trégua de seis meses; mas o grupo terrorista uruguaio decide quebrá-la, lançando 300 mísseis, matando civis brasileiros e aterrorizando as populações do Sul.
Pergunta: o que faz o presidente do Brasil?
Esqueçam o presidente real, que pelos vistos jamais defenderia o seu povo da agressão.
Na minha história imaginária, o presidente brasileiro entenderia que era seu dever proteger os brasileiros e começaria a bombardear as posições dos terroristas uruguaios. Os bombardeios, ao contrário dos foguetes lançados pelos terroristas, não se fazem contra alvos civis -mas contra alvos terroristas. Infelizmente, os terroristas têm por hábito usar as populações civis do Uruguai como escudos humanos, o que provoca baixas civis.
Perante a resposta do Brasil, o mundo inteiro, com a exceção dos Estados Unidos, condena veementemente o Brasil e exige o fim dos ataques ao Uruguai.
Sem sucesso. O Brasil, apostado em neutralizar a estrutura terrorista uruguaia, não atende aos apelos da comunidade internacional por entender que é a sua sobrevivência que está em causa. E invade o Uruguai de forma a terminar, de um vez por todas, com a agressão de que é vítima desde que retirou voluntariamente da região em 2005.
Além disso, o Brasil também sabe que os terroristas uruguaios não estão sós; eles são treinados e financiados por uma grande potência da América Latina (a Argentina, por exemplo). A Argentina, liderada por um genocida, deseja ter capacidade nuclear para "riscar o Brasil do mapa".
Fim da história? Quase, leitores, quase. Agora, por favor, mudem os nomes. Onde está "Brasil", leiam "Israel". Onde está "Uruguai", leiam "Gaza". Onde está "Argentina", leiam "Irã". Onde está "América Latina", leiam "Oriente Médio". E tirem as suas conclusões. A ignorância tem cura. A estupidez é que não."
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cgdstudio
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domingo, 4 de janeiro de 2009
Seria burrice na unanimidade

Numa semana em que Cuba comemora 50 anos da revolução que mudou a vida dos cubanos, para pior, diga-se, perseguindo opositores, pisando na cidadania e na democracia vemos um conflito entre uma organização terrorista, o Hamas, e Israel atingir níveis alarmantes. O que chama a atenção é que o mesmo mundo que chamou as Farcs da Colômbia de força beligerante e não grupo terrorista, que trata Che Guevara como herói, que alardeia as "qualidades" de Cuba, entre outros casos, é o que agora, tambem de forma quase unânime, vê maldade só do lado israelense, ignorando os foguetes lançados pelo Hamas contra Israel e os diversos avisos dos israelenses de que isso levaria a um ataque contra eles, ignorando o uso dos civís como escudo pelo Hamas, ignorando o conflito interno palestino entre o próprio Hamas e o Fatach, ou seja, o mundo que se diz progressista vê apenas um lado. Nenhum dos dois lados é santo, e deve ser tentado tudo para acabar com esse conflito e salvar aquela população, mas não se deve esquecer que o Hamas é uma organização terrorista e deve ser tratada como tal. O Hamas quebrou a trégua, se é que alguma vez a respeitou. O verdadeiro inimigo dos palestinos é o próprio Hamas. Que haja bom senso entre autoridades, mídia e cidadãos comuns.
Infelismente até o nosso Mulla entra nessa de defender terrorista. E pensar que esse cara quer um lugar no conselho de segurança da ONU.
Agora, meu, Jesus disse: "guerra e rumores de guerra". Faz tempo que passou de rumores, nós vemos são guerras mesmo. O que falta para as pessoas caírem em sí e procurar conhecer a palavra de Deus? Estão esperando o que?
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cgdstudio
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